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Inovação

Unicórnios

Ele vive no imaginário, já foi tema de diversos filmes, um deles com Tom Cruise, o cara da série Missão Impossível que passa muito mais tempo envolvido com a tal da Cientologia do que produções hollywoodianas. E, hoje, ele voltou a virar tema das conversas. É até um filme independente com atuação e direção da nova Lara Croft, a Brie Larson, onde muitos comparam a tal da empresa do enredo a uma startup, o verdadeiro assunto deste texto.


Então, qual é a desse novo unicórnio? O que tem a ver uma startup com este ser fofinho do imaginário infantil? Uma startup é uma empresa que se diferencia das demais pelo uso exacerbado da tecnologia, estrutura bastante enxuta e a inovação como parte do modelo de negócio. O crescimento é bem mais rápido do que as empresas tradicionais, ou seja, enquanto uma empresa considerada normal cresce em torno de 10% a 20% ao ano, se chegar a isso, ela pode crescer dez vezes mais.


As startups consideradas unicórnios são os casos raros que têm um crescimento muito maior do que o esperado ou projetado de forma exponencial e pode conseguir avaliações de bilhões de dólares de agências de capital de risco. A lista pode mudar sempre, mas, como um animal raro, elas não são muitas e estima-se que existam aproximadamente 200 unicórnios no mundo. Vários deles estão no dia a dia da população, como: Airbnb, Dropbox, Spotify, Uber, Pinterest e outras tantas internacionais. Já no Brasil, as pioneiras são Arco, Gympass, iFood, Loggi, Movile, 99, Nubank e a Stone, que já fez ponta até na novela das 21h.


O site The Speed of Unicorn (a velocidade do unicórnio) coloca que o crescimento dos novos bichinhos tem acontecido cada vez mais rápido. Hoje, algumas chegam a esse patamar com menos de um ano de existência, como a BeiBei (dez meses), loja asiática de roupas maternas ou a Daojia, uma rede social também voltada para o público materno, que chegou a esse patamar com um ano e três meses.


E você silenciosamente pergunta como uma startup se torna um unicórnio? Com as palavras do professor Caio Bianchi, da pós-graduação da ESPM, parece simples: ter um crescimento exponencial na participação de mercado, receber aportes altíssimos de investimentos de risco, não pensar no lucro em um primeiro momento e buscar o maior número possível de consumidores.


No Brasil, fique de olho nas seguintes startups: CargoX, voltada para tecnologia e transporte; a já conhecida Quinto Andar, dedicada ao aluguel de imóveis; Creditas, uma fintech de empréstimos; Neoway, dedicada a descobrir oportunidades mercadológicas e a Yellow, presente nas grandes cidades com aluguel de bicicletas e patinetes compartilhados, entre outras.


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